Noite chuvosa, noite
doentia que
Desperta meu frenesi
como vento
Gélido ao bater em
minha face
Fria.
Oh! Frio que anestesia
minha alma
E faz parar meu
coração.
Oh! Noite tediaste que
somente o
Vinho que é o meu
grande vício
Para despertar minha
alma e
Meu coração.
(Samila – 20/12/2011)

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