sábado, 29 de dezembro de 2012

Fazer ou não fazer?


A Dúvida


Entre todos os seus problemas, seus conflitos, havia apenas uma coisa que lhe fazia sorrir, ela estava tão confusa com os seus sentimentos, e esta dúvida caótica era uma tortura. Mas uma coisa ela sabia, o que lhe fazia sorrir também lhe dava paz e não conseguia não sorrir quando estava perto do que lhe fazia tão bem. Talvez fosse uma paixão, talvez fosse o medo de perder algo que faz sua vida ficar tão serena. Ela tinha a sensação de estar perdendo a pessoa que lhe faz bem, a razão para ela está confundindo sua mente. Será que era paixão ou será que era medo? Ela não poderia saber sem magoar esta pessoa, sem destruir seus objetivos, preferiu ficar quieta, se afastar, mas se afastar era em vão, essa pessoa sempre aparecia novamente. Era preciso magoar, ferir, ser grossa para destruir essa amizade que tão velava, mas ela realmente sentia algo por essa pessoa, não queria fazer isso, mas como se afastar se não fizesse. Suas mentiras não adiantaram mais, ela não conseguia  suprir tantas perguntas o que esta pessoa lhe fazia, ela não conseguia mais disfarçar. Sintomas em sua pele começaram a aparecer da vida que levava, ela não podia explicar o motivo disso, ela não queria mentir, mas era preciso, ela não sabia o quê fazer para não perde-la. Ela não queria perde-la, mas era preciso, para que sua vida voltasse ao que era antes, sem paz, mas sobre controle, ela precisava perder essa paz, tinha que cumprir seus objetivos, nada podia lhe fazer perder tempo, lhe atrapalhar. Sua vida era tão complicada e oculta, era preciso esconder o que era, levava duas vidas, uma oculta e outra tentava viver a vida que queria na boêmia, livre, sem preocupações, mas seus problemas sempre lhe atormentavam. Sua rara paz era esta pessoa que não dizia o nome, mas que mudou com ela e ela nunca pensou que isso fosse lhe abalar, ela tentava disfarçar com sorrisinhos forçados, mas seus sorriso quase já não fazia mais diferença em sua face apática...

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Vencendo


 Era um lindo dia de novembro, mas eu tomando soro na cama do hospital não podia aproveitar a brisa daquele dia dourado. Eu estava tão apática - e ainda estou - não havia nada que me animasse, nem a esperança de um dia ficar boa. Para eu não importava mais viver ou morrer, tudo o que eu queria era paz e não ter que voltar em dois e dois dias ao hospital. Mas cogitando cheguei a conclusão que não posso desistir do que me é mais precioso: a minha VIDA! Agora sei que tenho que lutar por ela, não desistir, pois só quem desisti são os fracos. A vida é assim cheia de altos e baixos, é preciso superar, vencer, eu sei que vou conseguir sair dessa. Mas enquanto não estou completamente boa não posso deixar de viver o agora, porque eu não sei sse ainda estarei viva amanhã, ninguém está livre disso. Não é por frustração nem por medo que vou deixar de viver. Vou aproveitar enquanto posso!